sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Violência sexual: Caracterização e analise de casos revelados na escola.
Silva Regina VIOPRES INQUE
Marilena RISTUN
         O presente texto aborda estudos sobre a violência sexual contra crianças, adolescentes, jovem, homens e mulheres.
          Afirma (Pereira da Silva, 2000) diz que, a violência praticada na sociedade brasileira, destaca-se com grandes proporções, a violência contra crianças e adolescentes, em que a família aparece com maior violadora dos direitos infanto-juvenis.
         Destaco ainda que o abuso sexual que por sua vez deve ser entendida segundo (Faleiro e Campos 2000, p.7) ...uma situação de ultrapassagem de limites de direitos humanos, legais de poder, de papeis, do nível de desenvolvimento da vitima, do que esta sabe e compreende, do que o abuso pode consentir, fazer e viver de regras sociais e familiares e de tabus. E que as situações de alunos infringi maus tratos as vitimas.
        Deste modo, como todas as categorias de violência contra crianças e adolescentes, a violência pode ainda comportar as subcategorias: domesticas, intra-familiar e extra-familiar.
         A violência  domestica é exercida na esfera privada, dentro da residência da vitima, (agressor pessoas que vivem na mesma casa, não necessariamente familiares). A violência sexual intra-familiar, acontece dentro da família, (agressor pessoas que tem vinculo de parentesco com a vitima). E a violência sexual extra-familiar, (agressor pessoas conhecidas como vizinhos e colegas ou desconhecidos).
         Ressalto ainda que maior parte da violência sexual é contra crianças e adolescentes e praticada por parentes ou pessoas conhecidas, tornando uma dificuldade da denuncia, e é o delito menos denunciado na sociedade brasileira. Diante desses fatos, as vitimas são afetadas de diferentes maneiras e graus, enquanto algumas parecem sofrer consequências mínimas, outras sofrem graves problemas sociais e psiquiátricas.
         Com isso a escola, devem se comprometer com a garantia dos direitos das crianças e dos adolescentes, e a adesão dos educadores fortalece a militância desses direitos.
         Pois, a família deve entender que a educação é um processo de construção coletiva, continua e permanentemente de formação do individuo, e a escola é o local privilegiada dessa formação, porque trabalha com o conhecimento, com valores, atitudes e formação de hábitos. (Monteiro Silva, 1995).  
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


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