sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Orientação Sexual nos Parâmetros Curriculares Nacionais
Helena Altmann
        Atualmente a sexualidade está sendo um tema abordado por todas as pessoas, o presente assunto citado acima, vem ultrapassando nos espaços escolares, permeando conversas entre meninos e meninas e também ser discutido e ser trabalhado em sala de aula pelos diferentes especialistas da escola.
      Segundo os (PCNs p.575) a escola é apontada como um importante instrumento para veicular informações sobre as formas de evitar a gravidez e de doenças sexualmente transmissíveis, chegando-se a ponto de afirmar que mais baixa a escolaridade, maior o índice de gravidez entre adolescentes.
       Diante do citado acima, a escola tem um papel importante na construção da prevenção de DST e no método de anticoncepcional para que não haja gravidez indesejadas, pois é importante a escola junto com a família, desenvolver uma ação critica, reflexiva e educativa que promova a saúde das crianças e dos adolescentes.
      Assim, a escola é entendida como um espaço de intervenção preventivas da medicina higiênica, devendo cuidar da sexualidade de crianças e adolescentes a fim de produzir comportamentos normais.
       Os PCNs pretendem ser um referencial tormentador da reflexão sobre os currículos escolares, uma proposta aberta e flexível, que pode ou não ser utilizada pelas escolas na elaboração de suas propostas curriculares ou seja não é obrigatório. Nos PCNs a orientação sexual é entendida como sendo de caráter informativo o que está vinculado à visão de sexualidade que perpassa o documento. A sexualidade e concebida como um dado da natureza, como "algo inerente necessário e fonte de prazer na vida".
       Ainda abordam e explica que, ao falar sobre as DSTs, os educadores não devem associar sexo a doença ou morte, e sim fornecer informações sobre as doenças tendo sempre como foco "a prevenção da saúde e de condutas preventivas".
 
      
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
          


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