Nona aula 13 - 12 - 2013
Nesta aula a professora Ana Raquel, iniciou com uma dinâmica chamada: TEIA DE ARANHA, no qual temos que jogar o barbante para outra pessoa e no final que todos tenham pego e jogado, formará uma teia de aranha. A mesma fez essa dinâmica com o objetivo de que nós escolhêssemos uma amiga e falar para ela a "importância dela para mim".
Esta dinâmica nos fez refletir ainda mais o quanto somo importante para alguém e destaco ainda em minha fala que neste momento de reflexão da dinâmica, quantas amizades sinceras que eu conquistei durante estes quatros anos de estudo na UEPB, e também fez emocionar todos que estavam na sala (todos choraram). a minha amiga escolhida foi Isabele, na qual falei que: ela é uma pessoa bastante importante para mim, durante esses quatros anos ela me ajudou de mas e desejo para ela toda felicidade do mundo e que possa realizar todos os seus sonhos, ao terminar a dinâmica todos se abraçaram.
Logo em seguida, houve a formação dos grupos, para a escolha dos temas para o seminário, que acontecerá após as férias, os temas foram esses: Parâmetros;
Violência, família e sexualidade;
Trasvestíeis.
Depois de tudo resolvido, a professora levou para a sala de aula estudos de casos e foram entregues a vários grupos diversos estudos de casos. Cada grupo teria que refletir e responder a questão para que depois discutíssemos e compara-se com as respostas dos autores.
A pergunta do nosso grupo composto por: Rafaella, Raquelândia, Tannyssa e Thuany, foi a seguinte:
G5 - ver ato sexual
A porta do quarto estava só encostada, e Maria, 3 anos viu os pais transando. No dia seguinte, contou à professora que, quando o casal está no quarto, seu pai fica tentando matar a mamãe.
E a nossa resposta como professoras foi essa:
Solução da professora
Primeiro, perguntar o que a criança viu, e em seguida explicar que os pais não estavam se matando e sim namorando. Porém, salientar que isso só pode ocorrer quando a criança for adulta.
Resposta dos autores:
Se a criança viu o ato sexual, mesmo que ela não pergunte, é fundamental falar sobre o assunto, para que ela não comece a fantasiar. E não se esqueça: se isso acontecer, foi por descuido dos adultos.
"Geralmente os pais reagem mal, põem a culpa no filho por ter visto 'algo que não deveria'", conta Paulo Rennes.
No primeiro caso, Marcos Ribeiro sugere deixar a conversa para o dia seguinte.
"Pai e mãe podem começar, informalmente, perguntando: 'Acho que viu a gente fazendo amor, tendo uma relação sexual. Você sabe o que é isso?' Fique atento à reação. se ela disser que sim, descubra o que realmente sabe e complemente, se necessário. Se não, fale brevemente sobre namoro e ralação sexual, explique que foi num momento como aquele que ela foi feita. Utilizar um livro infantil é uma boa saída, mas não fale demais nem explique além do que ela quer saber".
Após, todos os grupos responderem, houve as apresentações dos estudos de casos, para me foi bastante interessante essa atividade e também muito proveitoso, fazendo refletir se isso acontece no nosso dia a dia e deixamos passar despercebido, são histórias um pouco difíceis de se resolver entre famílias.